Pegadas N'areia

Fevereiro 09 2007

Tempo. É sempre isso que exigem de mim… tempo, tempo, tempo… como se ele pudesse mover montanhas, criar laços, desfazer mentiras, construir histórias… tudo numa incerteza construída por alguém ou ninguém.

Olho o relógio e mais uma vez o meu tempo faz-me correr cada vez mais depressa como se dele dependesse todo o meu ser, cada parte de mim…

Não consigo responder ao que ele exige de mim… talvez porque simplesmente o tempo dele não é o mesmo que o meu, não nos encontramos por qualquer razão que não consigo compreender, ou que não se quer fazer compreender.

Nesse tempo tento procurar-te no vazio dos meus pensamentos… esforço me por juntar todos os teus traços e desenhar o teu rosto, mas em vão…

Grito! De nada vale… sinto-me exausta!

Tu continuas a controlar-me através da tua vontade, do teu querer, do teu sentir… eu deixo-me consumir por tudo isso, mais uma vez, e outra e outra… é sempre assim, o fim já está escrito e eu limito-me a percorrer as linhas e a dar vida ao texto escrito por alguém...

Deixo-me cair enquanto a tua imagem começa a ganhar forma… e para sempre o esquecimento!

 

publicado por PegadasN'areia às 16:05

É estranho que a nossa vida seja controlada e em grande parte vivida em função de algo tão abstracto a que chamamos tempo... ele é curto nos bons momentos por isso não os deixes escapar...vive ao máximo e acima de tudo sê feliz!!
Beijinho Grande**
Sofia a 20 de Fevereiro de 2007 às 00:13

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